Essa é a segunda – e última – peça da Campanha de Popularização do Teatro – que fomos assistir. Tinha até outros temas interessantes, mas seriam em dias que temos compromisso. Tirei a foto abaixo na quinta-feira, quando fomos assistir Grease, Nos Tempos da Brilhantina.
Sinopse: Prepare-se para uma versão inusitada e cheia de alegria do
clássico "Auto da Compadecida"! Nesta montagem, um grupo talentoso de
atores profissionais com deficiência intelectual traz à vida a história de
Chicó e João Grilo, dois trapaceiros em busca de sobreviver às peripécias do
sertão nordestino. Com muito humor e criatividade, eles enfrentam cangaceiros,
a comunidade e até a morte, tudo isso com um toque especial de inclusão e
humor.
A cada cena, risos e reflexões sobre a amizade e a fé vão contagiar o
público. No final, quando a esperança está perdida, surge um desfecho
surpreendente, revelando que a união e a solidariedade podem vencer qualquer
desafio. Venha se divertir e se emocionar com essa celebração da diversidade e
da força humana.
O horário da peça era às 19h, mas como não era com cadeiras numeradas, o
Zé quis chegar mais cedo. Chegamos não era nem 18h. Fomos de carro e ele parou
perto do teatro. Compramos pipoca e ficamos comendo, enquanto não abriam as
portas. Quando abriram, entramos e ficamos sentados, aguardando abrir as portas
do teatro.
Entramos no teatro uns trinta minutos antes. Nos sentamos na fileira “F”.
Aos poucos foi chegando gente. E o teatro ficou bem cheio.
Antes de iniciar o diretor da escola Tadoma subiu ao palco e falou sobre
o espetáculo e principalmente sobre os atores (veja AQUI, mais detalhes e fotos
dos atores).
Como eu conheço a história do “Auto da Compadecida”, consegui entender tudo. Ver o esforço, a dedicação e o amor envolvido de todos os atores, foi lindo demais. Me emocionei. No final eles receberam aplausos esfuziantes da plateia.




