sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Passeio de trem: Parte 1

Sabe aqueles dias que você se prepara para uma coisa, mas faz outra? Foi o que aconteceu comigo, hoje. A programação era no final da tarde ir com Zé, Henrique, Carolina e Arhur ver o Natal de Holambra by Expoflora.

Quem marcou foi a Carolina. Estou vendo que ela é enrolada. Combina uma coisa e volta atrás. Mas vou contar o que aconteceu direitinho, então senta que lá vem a história.rsrs

Semana passada o Zé foi fazer uns furos no apartamento da Carolina, para ela colocar uns quadros nas paredes. Ela falou para ele que tinha cinco ingressos para o Natal de Holambra, e nos convidou. Inclusive, segundo o Zé, ela frisou bem que era para levar o Henrique. Eu estranhei, porque hoje é aniversário do Arthur. E ela sempre faz algo para ele comemorar com os familiares por parte da Rita (mãe dela) ou com amiguinhos do Arthur. Eu e Zé normalmente ficamos de fora.

Então falei com o Danilo, mas pedi para ele não falar para o Henrique. Porque de duas uma. Ele poderia ficar ansioso para ir. Ou poderia falar que não ia querer ir.

No trabalho avisei a Tatiane que iria trabalhar somente até a hora do almoço, pois como era de imaginar, o Zé falou que a gente tinha que ir no meio da tarde, para não pegar congestionamento. Para não chegar lá muito tarde, etc.

Ontem à noite, quando estava na Eliane, o Danilo mandou mensagem dizendo que o Rubens e a Dona Delza tinham ido para a praia. Ou seja, ele teria que levar o Henrique para a Marlene. A menos que eu pudesse ficar com ele. Mandei mensagem para a Tatiane e falei que não ia trabalhar o dia inteiro. Quem vê pensa que eu sou irresponsável, avisando em cima da hora que não vou trabalhar, mas tenho essa liberdade, porque sou PJ, porque meu trabalho está em dia e porque tenho dias em haver no banco de horas.

E assim, hoje antes das oito horas a Letícia deixou o Henrique comigo. Estava tudo certo para irmos em Holambra, isso se o tempo ajudasse, pois a previsão era de chuva para a tarde e noite. Zé ficou falando com a Carolina que, se chovesse, a gente não iria. Ela falou que, se não desse, a gente poderia ir ao apartamento dela, com o Henrique. Assim ele e o Arthur brincavam e a gente pedia algo para comer. 

No meio da tarde choveu, e nas conversas com o Zé a Carolina disse que estava enrolada e desmarcou o encontro. Pelo que deu a entender, mesmo que não chovesse o passeio até Holambra não iria acontecer.  Eu fique “p” da vida, porque, afinal de contas tinha deixado de trabalhar para irmos.

Pelo menos o dia não foi perdido, graças ao Zé ter arrumado o passeio de trem (que vou falar na próxima postagem). Acho que no fundo ele estava adivinhando que a Carolina ia dar mancada.

Abaixo o jornalzinho que recebemos dentro do trem.



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