sexta-feira, 1 de maio de 2026

Aniversário Victor

Hoje foi o aniversário do Victor, meu genro. Ele fez 35 anos. No início da semana eu perguntei se ele ia festejar. Estava estranhando o silêncio dele. Ele é muito festeiro!

No grupo do WhatsApp nós ficamos agitando, mas não conseguimos muita coisa. Então conversei no PV com o Bruno. Ele falou que o Victor está um pouco cansado, desanimado, e por isso não tinha pensando nada. Falei que podia ser o tal "inferno astral". 

Para não passar batido, combinamos com o Danilo e Letícia fazermos uma singela comemoração no apartamento da Vila União. Danilo perguntou para o Victor se preferia quitutes ou jantar. Victor escolheu jantar. E assim o Danilo se prontificou a fazer: lasanha, maionese, arroz e feijão. Eu comprei o bolo e docinhos. Para beber teve Coca-Cola e chope de vinho.

Saí de casa depois das 18h. Passei no Happy Festa para pegar o bolo, docinhos e a vela. Aproveitamos para dar carona para o Bruno e Victor. A noite estava bem gostosa. Lua cheia, como observou o Zé.rsrs

A Letícia tinha comprado álbuns e figurinhas da Copa. Abrimos os pacotinhos e ela, Karol e Henrique ficaram separando por times.

De vez em quando o Henrique me chamava no quarto para brincar. Mas não brincava de nada. Mostrava um e outro brinquedo. Ficava um pouco dentro do apartamento. Um pouco pra fora brincando com o Lucas. E brigando também.rsrs


O jantar estava delicioso. Danilo tem mão boa. Eles ficaram brincando de videogame e como a hora estava passando eu chamei todos para cantar parabéns”.




Após os parabéns, as fotos, para registrar esse momento. Que foi simples, mas estava bom e gostoso demais! Antes de irmos embora o Victor quis tirar uma foto comigo e o presente que eu dei para ele - uma mini Bíblia. 





Final de festa, cada um fez sua marmitinha e fomos embora. Letícia e Henrique desceram junto, para levar o Buzz para passear. Letícia relembrando os velhos tempos... Saiu correndo atrás do carro. Ela, Henrique e Buzz.rsrs

Obs. Teve um momento que eu e o Victor ficamos no quarto do Danilo. E ele me contou dos problemas que está enfrentando no trabalho. Patrões mal-educados. E pelo que Victor falou, não cumprem o que prometeram aos colaboradores. Enfim, ele me contou uma série de coisas que está deixando-o muito triste, chateado, cansado, desanimado. E que está levando-o a refletir se foi uma boa ideia ter saído da Panobianco. E também a pensar em mudar de ramo. Cogitou até em trabalhar em sebo, como o Bruno. Eu ouvi e falei para ele ter paciência. E acima de tudo, não deixar que o desrespeitem. Enfim, entendi porque ele não queria comemoração.

LP Vinil Cher - The Farewell Tour

Sexta-feira, feriado – Dia do Trabalho. Acordei de madrugada para rezar o Rosário, e voltei a dormir. Acordei era quase 10h. O Zé tinha ido no Marquinhos trocar o óleo do Fiesta.

Fiz e tomei café e comecei a limpar e organizar meus CDs. Isso compreende fotografar cada CD para colocar no meu álbum (na nuvem), onde eu consulto quando estou nos bazares e sebos. Ou seja, por fazer isso, fiquei praticamente o dia inteiro nessa tarefa, deliciosa.rsrs

Zé chegou e foi buscar almoço pra gente no Frango & Grill.

Mas quero aproveitar essa postagem para falar da minha aquisição que chegou sem ao menos eu estar esperando. É o LP duplo da Cher que estava previsto para chegar no dia 12 de maio.

Na última segunda-feira - dia 27 - o Bruno mandou no WhatsApp o link do LP que estava em promoção por R$ 173,52. Eu achei super barato. Mas antes de comprar eu baixei no Spotify para ouvir na hora do almoço. Mas não consegui. Antes de iniciar o turno da tarde, no trabalho, com receio de perder a promoção, entrei no site e comprei! 

Agora olha esse álbum, se não é a coisa mais linda! Aliás, nem consegui tirar foto do álbum porque ele é todo brilhoso. Dava reflexo. Dentro dele o envelope com desenhos e o LP, cada um de uma cor. Ouvi os dois LPs enquanto organizava meus CDs.






Eu amei minha compra. Assim como eu amo a Cher. As músicas, o álbum, os LPs, tudo lindo e maravilhoso, combinando com a linda e maravilhosa, CHER!

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Décima terceira aula de Corte e Costura

Hoje foi um dia daqueles no trabalho! Final de mês e véspera de feriado. Foi tanto trabalho que eu e a Tati nem tivemos tempo de comer nada. E saímos era mais de seis e vinte, da Ivezoon.

Chegamos atrasadas na escola. Já estavam lá o Bruno, a Yasmim, a Lucely e o Vitor já estava até na máquina de costura.

Logo depois que eu e a Tati entramos na sala, chegou a Vitória. Primeira vez dela na nossa turma. Mas ela já faz em outros horários.

Eu e a Tati continuamos a fazer o molde da camisa, que começamos na semana passada. O que foi difícil hoje, é que não tinha espaço. A Yasmim com a máquina de costura dela em um lado da mesa. A Vitória de frente com ela, usando o outro lado da mesa. 

Eu e a Tati costumamos ficar na primeira mesa. O Bruno usa um lado e nós duas o outro. Mas como a gente precisava pegar o rolo e cortar quase um metro de papel, tinha que revezar. A Tati fazia primeiro, depois eu. Enquanto ela fazia eu ia tomar um café. Fora isso a gente também tinha que esperar o Bruno ensinar os outros alunos. Mas conseguimos terminar o molde da camisa e quase praticamente terminamos o molde das mangas.

Não sei o que aconteceu, mas o tempo voou na escola também. Quando a gente viu já era hora de ir embora. Mas não sem antes tirar a nossa tradicional foto.rsrs


sábado, 25 de abril de 2026

Padre Patrick: Fora da Caixinha

Eu conheci o Padre Patrick no Instagram. Acho que foi na mesma época que ele viralizou. Lembro que eu dava muita risada com as respostas dele.

No sábado que fomos no Teatro Oficina do Estudante, assistir Starlight, olhando as propagandas do que estava em cartaz, vi o Padre Patrick. Como não tenho mais Instagram, nem sabia que ele ainda respondia as perguntas. Muito menos que ele estava tão famoso a ponto de se apresentar no teatro.

Fiquei com vontade de assistir. No final do Starlight fui à bilheteria para ver ser tinha ingressos e, como eu já previa, as duas sessões estavam com os ingressos esgotados.

Depois de um dia de passeio de moto (contei na postagem anterior) agora à noite estava de boa na sala, procurando o que assistir e vi que no canal do YouTube do padre, tem o show que ele apresenta no teatro. Coloquei para assistir.



Padre Patrick viu sua vida atrair holofotes aos 34 anos, quando meteoricamente ganhou visibilidade nacional, após oito anos dedicados ao sacerdócio. Se tornou um fenômeno nas redes sociais, onde leva diariamente mensagens de fé, de forma bem-humorada e uma inusitada interatividade, que chama atenção do público.

Natural de Santo Antônio do Canaã, distrito do município de Santa Teresa (ES), teve o primeiro contato com a Igreja Católica em um retiro e viu despertar sua missão. Começou a fazer encontros vocacionais e, aos 25 anos, foi ordenado padre em Marabá (PA). Desde a primeira missa celebrada, encontrou o propósito de ser útil para as pessoas, com sua natural generosidade. Atualmente, está a frente nas celebrações da Paróquia São Sebastião, localizada na cidade de Parauapebas (PA).

Durante os cinco meses de missas suspensas, devido a pandemia, despretensiosamente encontrou uma aliada na missão de disseminar a fé: a Internet! Em suas redes sociais, começou a gravar vídeos e abriu um canal para escutar os fiéis. Na época, eram apenas três mil seguidores no Instagram, em sua maioria frequentadores de sua paróquia. Com muita leveza e naturalidade, passou a humanizar a fé, falando de religião com uma característica irreverência, que sempre se faz presente.

De forma meteórica, essa interatividade tomou outra proporção, ao se deparar com a ligeira crescente no número de seguidores, de diversas religiões. Nas famosas “caixinhas de perguntas”, realizadas todas às segundas-feiras, dá conselhos de forma leve e bem-humorada, responde com uma linguagem popular, curiosas perguntas feitas por seguidores. Padre Patrick leva ao público reflexões sobre a verdadeira felicidade e conta, de forma leve e descontraída, assuntos ligados ao relacionamento das pessoas com Deus. Mas além disso, ele traz também seu bom humor tão conhecido em suas redes sociais para os palcos. Se prepare para as respostas humoradas e para participar de um evento “fora da caixinha”

De volta a Fazenda Atalaia... De moto 😯

Estivemos na Fazenda Atalaia no ano passado, no dia 26 de abril. Quase um ano certinho! Ano passado fomos pela Trondi e tomamos café da manhã. Hoje fomos pela Japauto e almoçamos. 

A fazenda é maravilhosa. Mas como falei dela na postagem do ano passado, hoje vou falar do meu retorno a motocagem. Faz tempo que não subo na moto, tanto que nem é mais a Shadow. Agora é uma NC750 que o Zé comprou tem um mês. Ele ainda está se adaptando com ela. Tem andado por aqui. E final de março (mesmo dia que fui para a praia com as meninas), ele foi com o pessoal da Japauto para Joanópolis. Ele gostou e por isso, quando a Lia, gerente da loja, divulgou o passeio de hoje, nós aderimos. 

Eles marcaram às 07h30 na loja, que fica na Avenida Orozimbo Maia. A Japauto oferece um café da manhã grandioso e delicioso. Tem muita coisa gostosa. E ganhamos uma camiseta. 


Ali mesmo conheci um casal que o Zé gostou bastante, da viagem anterior. Ele é o José Tanabe e ela, Nara. Eles são japoneses. Moram no Parque Prado. 

Conversamos um pouco. O Reginaldo, nosso guia, chamou para as orientações. Tiramos foto e cada um subiu na moto para iniciarmos o passeio.


Eu coloquei um fone de ouvido e fui ouvindo "Goo Goo Dolls". E apreciando a paisagem. 

A viagem foi bem tranquila. Apesar de ter bastante trânsito. Aquela região é assim mesmo. Turística, então não podemos reclamar. Quando a gente entrava nas cidades como Jaguariúna, Pedreira, tinha que ficar de olho no 'limite de velocidade" e nas lombadas. Ou seja, não dava para correr muito. O Reginaldo é muito dinâmico. Tinha trechos que ele parava a moto e filmava o grupo. Depois acelerava até retomar o posto de guia.

Chegamos na fazenda e ficamos andando pra todo lado. Legal que agora eles deixam uma caixa de som tocando MPB bem alto. A gente fica andando e ouvindo: Rita Lee, Djavan, Tom Jobim, entre outros. Os donos da fazenda, Paulo e Rosana, estavam por ali. 


Um pouco antes do almoço, enquanto arrumavam uma mesa pra gente, ficamos conversando - estreitando os laços - embaixo da árvore. E o Bento (cachorro da fazenda), só de boa.





Ao sinal de que a mesa estava pronta, nos dirigimos ao salão. Cada um se acomodou. A gente ia comer massa, mas por fim, pedimos igual a maioria: Ancho com acompanhamento: arroz, feijão carreteiro, farofa, legumes cozidos e vinagrete. Eles servem salada de entrada e no final, uma sobremesa. Tinha doce de leite e bombocado. 


Tinha umas garupas que pediram café. Eu pensei que fosse cortesia. Zé perguntou e mesmo vendo que não era, não resistiu e pediu uma xícara. Café saborosíssimo. Café da fazenda. Literalmente! Pensamos comprar, mas o Zé falou que estava 90 reais meio quilo. Deixa pra lá.


Após o almoço ficamos aguardando todos se juntarem para subirmos nas motos e pegar a estrada.


Saímos da fazenda um pouco antes das 15h. Paramos em Pedreira. Mas foi só tempo de tomar um sorvete, caminhar em uma rua e entrar em algumas lojas. De moto nem pode animar muito pra querer comprar alguma coisa. Não tem como carregar.


Saindo de Pedreira paramos no posto de gasolina para colocar uma moto que quebrou no carro de apoio. A moto é de uma motociclista, que inclusive foi a primeira vez dela, fazendo passeio pela Japauto. Tadinha 😔 Ela voltou no carro com a Lia.


Nos despedimos ali no posto mesmo. Porque após passar o pedágio, o grupo ia dispersar. Cada um pegou o rumo de casa.

Eu gostei demais do passeio. Um pessoal bem legal. Guias cuidadosos. Me sinto mais segura com outras motos. E quanto a moto nova do Zé, gostei também. Fiquei esperta porque não tem o apoio que a Shadow tinha nas minhas costas. Mas foi tranquilo. Pronta pra próxima 🤪